Intitular um comentário sobre a pesquisa do Projecto de Saúde de Bandim (PSB) na Guiné-Bissau como “Guinea-kids”1 e colocá-lo no contexto da instabilidade política aproveitada pelos traficantes de droga colombianos, é certamente injurioso, a não ser que seja indiscutivelmente documentado que o PSB vem explorando as crianças guineenses para fins científicos.